12
de
junho
É bom porque é ruim

Goose (eterno Dr. Mark Green) e Maverick (Tom sex simbol das adolescentes nos anos 80). Tão ruim que virou clássico…
Estávamos eu e o marido garimpando o acervo de VHS para escolher o que merece ser eternizado pela digitalização, quando deparamos com um clássico dos "Ruins que são Bons". Top Gun, um daqueles filmes que você decora as frases e sabe todas as cenas de trás para frente, mesmo sabendo que é ruim que dói…..
Quem viveu a adolescência nos anos 80 neste planeta, principalmente as meninas, lembra com um sorriso no rosto das cenas como a do jogo de volei na praia. Perdi a conta de quantas vezes, junto com as amigas, vi e revi a disputada partida dos quatro bonitões sem camisa nas areias de uma praia californiana….(Quem ganhou, mesmo? Sei lá…)
E que delicia ver Tom "Maverick" Cruise cantar You Lost de Love Feeling para Charlotte (alguém sabe que fim deu Kelly McGillis?) ou os vôos rasantes próximas a torre que faziam os controladores de vôo derrubarem o café…
Sem falar nas frases antológicas:
Soube que o melhor entre os melhores voltaria para cá…
Sinto necessidade, necessidade de voar….
Você ainda é um perigo! Mas pode voar comigo sempre que quiser…
Slider..você cheira mal…
Também é curioso ver o começo de carreira de Val Kilmer, Meg Ryan, Tim Robins, Anthony Edwards (o meu querido Dr. Mark Green, de ER).
Tudo bem, as interpretações são péssimas, o roteiro medíocre, a música tema (Take my Breath Away) breguíssima, mas quem se importa? É aquele tipo de filme que ativa automaticamente uma viagem no tempo….
Enfim, Top Gun virou referência pop de uma década legal pra caramba de se ter vivido e, óbvio, entrou pra nossa lista de digitalização (mais por minha vontade, claro). E vai continuar alegrando as sessões da tarde da minha vida!


Comentário por sergio — 12 de junho de 2007 (22:29)
ok as interpretações são péssimas, mas o filme não é tão ruim assim, vale pelos caças da marinha americana. eternamente sessão da tarde.
Agora o romance do filme… muito cafona.
bjs sérgio