26
de
fevereiro
Red Carpet
Se é verdade que nove entre cada dez meninas sonham em se vestir de noiva, eu fui aquela que foge à regra. Na verdade, sem medo de parecer cafona, meu único sonho de menina sempre foi estar no Red Carpet como uma diva de Hollywood.
Ainda adolescente, ensaiava as poses para os fotógrafos e o discurso de agradecimento. Nada muito eufórico, preparava um ar de satisfação contida e sóbrio, elegância inspirada em Audrey Hepburn.
O tempo voou e sei que já passei da idade de virar atriz de sucesso em Los Angeles. Mas entra ano, sai ano, paro o que estou fazendo e me preparo para adentrar a madrugada vendo as atrizes desfilarem no tapete vermelho no dia de entrega dos prêmios da Academia. Para mim, o Oscar ainda é um momento solene. Uma ode ao glamour.
E domingo não foi diferente.
Não sou expert em moda, mas sou libriana, o que me qualifica naturalmente para avaliação, hehehe…

Amei o visual de Hilary Swank. O vestido mais bonito
Já o de Anne Hathaway seria magnífico, não fosse a flor gigante no ombro, que parecia até pendente.

Nicole Kidman estava, como sempre, linda. Aliás, a ex do chato Tom Cruise é, na minha opinião, a encarnação do glamour das estrelas dos velhos tempos. Impossível não lembrar de Grace Kelly, a realeza de Hollywood.

George Clooney também nunca erra. Charme de Clark Gable, com postura política. I love you, George.

Javier Barden, o latino do momento.

E Cate Blanchett: grávida e linda.
Os filmes
Sinto muita falta dos grandes filmes, os blockbusters abocanhadores de Oscars como Titanic e o Retorno do Rei. Dos indicados para melhor filme, sinceramente, os únicos que me despertam interesse são Desejo e Reparação e Conduta de Risco. Juno não tem uma temática atrativa para mim, mas a repercussão deve me fazer fazer alugá-lo qualquer dia. Sangue Negro e o grande vencedor Onde os Fracos Não Têm Vez, dificilmente assistirei.
A cerimônia
Adorei os flashbacks de edições antigas e as montagens (sempre piro quando o Rubens Ewald Filho, que é chato, mas entende demais de Oscar, dá seu showzinho particular ao citar o nome e atores das obras com cinco segundos de imagens. Aliás, Oscar sem ele, não é a mesma coisa. O cara é uma instituição viva)
Os discursos não foram tão tediosos como costumam ser. Só achei a francesa que ganhou melhor atriz afetada demais, mesmo para uma francesa.
E o momento Tô nem Aí foi da inglesa Tilda Swinton dizendo que daria a estatueta para seu agente!!!!!
Vai ser despreendia assim lá em Londres, minha filha…. Não quer..manda pra cá que eu arrumo um canto na estante ou uso de peso pra papel…e posso voltar a ensaiar meus discursos de agradecimento da adolescência hehehehehe.


Comentário por Rafael — 26 de fevereiro de 2008 (20:42)
Olá,
Durante um tempo eu assistia o Oscar mas ultimamente tenho ignorado por discordar de alguns critérios e premiações … e também por passar muito tarde no Domingão ! hehe … mas o “glamour” do Oscar realmente brilha os olhos.
Rubens Ewald Filho (O nome complicado ne?) é um mala e como vc disse é impressionante ele comentar um filme em 5 segundos.
Momento LOST … genial o lance do Aron com a Kate fora da ilha !!! A Claire terá morrido ??? Esta na ilha ??? …. esse JJ é demais !
Att
Comentário por Selma — 27 de fevereiro de 2008 (8:14)
Conterranea! Eu tambem sou libriana!
Tambem acho que a Nicole Kidman e’ tudo o que o cinema do passado foi. Sem tirar nem por. Nota 10!
Bjs!
Comentário por TATIANA REZENDE — 1 de março de 2008 (20:39)
Holly,
concordo com tudo o que disse. Também nunca sonhei em entrar de noiva na igreja, sou mais a passarela vermelha. A Hillary Swank é sempre elegante e o George Clooney está cada dia melhor. Juno não é lá essas coisas. Muito barulho por nada…