Breakfast at Tiffany

Descrições, opiniões, divagações, suposições, sensações, confusões, explosões

29

de
julho

O ser idiota

 

Se tem uma coisa que prova a imbecilidade da raça humana é a análise do que diverte cada um.

Atrações patéticas, muitas vezes mantidas por folclore ou costume, envolvendo animais são a mais pura tradução da deficiência cerebral de quem as aprecia.

Sejam rodeios, touradas, farra do boi, corrida de jegue, de touro, rinha de galos, de cães e todas as outras inúmeras modalidades estúpidas mantidas nos quatro cantos do mundo, todas são abominantes. E quem as aprecia também.

Se divertir às custas de um ser que não tem escolha é prova de imbecilidade, de crueldade, de ignorância.  E se você gosta disto, por favor, fique longe dos meus blogs.  E antes que me esqueça: que o diabo te carregue para bem longe de mim.

 

24

de
julho

Diga não à morte de inocentes

O CRMV-SP (Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo), na figura do seu presidente, Sr. Francisco Cavalcanti de Almeida, tenta derrubar a Lei 12.916 e retomar a execução de cães e gatos nas carrocinhas do Estado de São Paulo.

A primeira rodada revelou-se a favor da Lei, pois o Exmo. Dr. Desembargador NEGOU o pedido de liminar, e a ação prossegue em julgamento.

 

Entre no site do Projeto Esperança Animal e mostre que você é contra a matança de seres inocentes.

É rápido e indolor. E pode ajudar a fazer a diferença.

http://www.pea.org.br/

 

Por favor. Conto com você!

Obrigada

 

21

de
julho

Em breve, logo ali…

Como boa libriana, não sou adepta das mudanças bruscas.

Por isto, inicio oficialmente o processo de migração deste blog para uma nova casa.

Antes de concretizar a transferência, pretendo postar alguns posts deste querido e já saudoso espaço. Provavelmente este endereço será desabilitado, pois tem meu e-mail do Terra como usuário e quero cancelar a assinatura - chega de queimar dinheiro, já que pela lei não preciso mais pagar  provedor.

Então, peço aos amigos que já adicionem o novo endereço e aproveitem para conhecer um pouco dos posts dos meus primórdios de blogueira. Paralelamente, continuo apitando por aqui, por enquanto.

Confuso, não…Desculpem, mas sou um pouco assim. Preciso de tempo para me acostumar…

 

Obrigada

Vejo vocês por lá!

 http://cafenatiffanys.wordpress.com/

 

18

de
julho

P.S. I Love you

 

Alguns filmes te tocam profundamente. Você entra na história e se coloca no lugar do personagem, imaginando como reagiria se aquilo acontecesse com você. 

Quando isto ocorre, cinema deixa de ser apenas entretenimento para se transformar em uma espécie de terapia, para fazer parte das experiências que formam sua visão de mundo. E até, influenciar, de certa forma, seus atos.  

E foi um pouco isto que senti ao assistir P.S. Eu te amo.

Gerry (Gerard Butler) e Holly (Hillary Swank) formam um casal apaixonado e com problemas comuns - aqueles obstáculos que todos os casais vivem, mas que os medíocres utilizam como desculpa para fugirem do comprometimento.

Como nem sempe a vida é justa, Gerry adoece. Sabendo da inevitabilidade de sua morte, deixa uma série de cartas póstumas para Holly, assinando sempre P.S. I love you.

 

Poderia ser um mero drama. Mas o equilíbrio suave com toques cômicos torna o filme um experiência agradável e convida a refletir sobre perda e amor.

Será possível superar a morte tão prematura de um amor tão fundamental em sua vida? Pode-se encontrar felicidade novamente?

Não existem respostas fáceis. E a única certeza é a de que não devemos desperdiçar precisosos momentos de vida com nada…nem pequenas, nem grandes coisas valem a pena.

Se a vida é frágil, faça valer a pena.

Se você acha que nem tudo é como imaginou, valorize  o encanto que só aquele cara especial tem e o quanto ele te faz feliz…

 

 

A interpretação de Hillary é tocante e verdadeira. E o carisma de Gerard me surpreendeu. O sex appeal é indiscutível.  E fica difícil imaginar como Holly poderá superar a perda e, um dia, se apaixonar novamente, com uma referência tão marcante como tem no marido.  

Li algumas críticas negativas (como tem crítico porre e insensivel neste mundo!!). Mas nenhuma delas foi capaz de desfazer o encanto que o filme despertou.

Porque, principalmente, a história envolve algo mais do que teorias e padrões estabelecidos pelos "experts" frios e cheios de prepotência que costumam analisar cinema sob a ótica de um sensor de metais.

Se colocar no lugar da jovem viúva é algo assustador, inquietante, incômodo e profundamente sensibilizador. É instigar uma reflexão sobre o que seria de sua vida sem aquele que é parte tão produndamente importante de você. É se questionar se faço valer a sorte que tive, se mereço cada segundo de felicidade que posso viver hoje.

Algumas frases e cenas marcam e devem entrar para meu rol de referências. Ver Holly (coincidência especialmente tocante com o pseudônimo desta blogueira) ligar ininterruptamente para a caixa postal do celular do marido já falecido só para ouvir sua voz foi um destes momento inquietantes, pois é o tipo de coisa que tenho certeza que eu faria também.

Em outro instante, em uma das cartas, Gerry diz: "Você foi minha vida, mas serei apenas um capítulo na sua" e a faz se confrontar com a realidade de sua nova existência. E pergunto: tem coisa mais triste e linda do que esta?

 

P.S Eu te amo foi uma experiência. Daquelas que me fez cair em lágrimas e abraçar o Marido muitas e muitas vezes, agradecendo ao universo por ele estar ao meu lado. E me motivou a tentar aprender um pouco mais a viver. Como a vida deve ser. Feliz.

 

Trailler

14

de
julho

Em Campo

 

O post Enquanto isto, na fila é 99% real. Embora a foto da fila seja apenas ilustrativa, o diálogo é basicamente o que ouvi enquanto me divertia nas duas horas que fiquei na fila, ao lado do Marido, para comprar ingresso para o jogo da foto aí de cima.

Esta sim é do dia.

 

Só quem tem um time no sangue pode entender a emoção de assistir um jogo - qualquer um que seja - no meio da torcida. Só quem torce de verdade sabe como é bom ver o time entrar em campo. Como é bacana pular na hora do gol e se arrepia quando lembra da energia concentrada no estádio. E como é legal xingar à vontade sem a mínima censura.

O palavrão, aliás, é um dos grandes baratos de estar no estádio, o lugar onde até uma dama pode soltar o mais cabeludo, sem medo de parecer vulgar.  Porque se no cotidiano temos que regular o que sai da boca para não ser inconveniente, no campo de futebol tudo é permitido. E você se sente livre para falar o que quiser, pois ninguém vai dar ouvidos mesmo.

Porque o que importa está no gramado. Com aqueles 22 caras que geralmente passariam a vida sem serem notados, não fosse a escolha pelo tão valorizado - e superestimado, eu sei -  título de jogador de futebol.

 

Mas no campo, sinceramente, não temos tempo para reflexões sociológicas, críticas sociais e outros papos cabeça. E o melhor - não há a mínima necessidade de ser racional.

Não interessa se o juiz está certo ao expulsar o jogador do seu time, ele é um FDP e pronto, vai ser xingado.

Se não seu o penalti aos 45 do segundo tempo (é vero - não deu mesmo o penalti em cima do Herrera, na minha cara, safado) não entra na estatística de que errar é humano. Vai ser execrado, assim como todo o jogador do time adversário, que não tem que querer ganhar, tem que perder, oras.

Excessão feita quando um dos adversários é um ídolo indiscutível da sua torcida e seu em particular. E mesmo que ele faça gol pelo adversário, no fim você vai gritar: UH Marcelinho….

E ele vai se redimir vestindo a camisa de onde, um dia, foi deus e jurar mais uma vez amor eterno, praticamente pedindo desculpas por ter que ser profissional. E vai cair nos braços da fiel. Mais uma vez.

E nestas horas, você entra em êxtase por ser corinthiano e por saber que estas coisas só acontecem com seu time.

 

E não importa a conduta pessoal do cara. É o pé de anjo. E seja lá o que ele fez da vida, deu títulos ao seu time.

É ou não é maravilhosso poder ser irracional ….

 

Porque para o conrinthiano em geral, o time está acima de tudo. Acima da seleção, inclusive. E se jogar Timão X Brasil, aposto o que quiserem, que a fiel lota o estádio vestindo preto e branco e vence no grito a massa verde e amarela…

 

Mas divagações apaixonadas e entusiasmadas à parte:

Diferente do que muitos imaginam, o estádio não é exatamente um campo de batalha. Claro que jogos que envolvem duas grandes torcidas exigem cuidado. Mas partidas "caseiras", em cidades menores, como foi o caso do jogo de sábado, são bem mais sossegadas.

Vi alguns deficientes, muitas, mas muitas moças. Algumas senhoras e um número consideravel de crianças, muitas indo pela primeira vez a um jogo de futebol profissional, acompanhadas pelos pais, orgulhosíssimos.   

E embora seja uma tentação se acabar no meio da gaviões (pelo menos para meu lado maloqueiro e baderneiro) é melhor ficar longe das organizadas. Seja de qual time for, são um antro de bandidos sim.

Mas valeu ficar na arquibancada, junto com o torcedor comum e saudavelmente apaixonado. Gritei horrores, xinguei pacas e me diverti como há tempos não me divertia.

E se aqui tem um bando de louco, valeu a pena enlouquecer em bando.

 

 

 

9

de
julho

Enquanto isso, na fila

para comprar ingressos para ver Corinthians e Santo André, no sábado….

 

- Ae, mano. sei não. Acho que não vai ter pra todo mundo.

- Tem sim.

- Sei lá. A mulher falo que ta vendendo desde sábado…

- Sério, véio?

- É, meu. Melhor comprar no setor do Santo André.

10 minutos depois.

- Vai dar não, cara. Olha lá malandro tentando furar fila. Não deixa não, ooooooo!!!!!!!

- I veio, vai acabar. Esta pôrra não cabe nada.

- Tem umas 100 pessoas aqui. Se cada um comprar pra cinco, já são quinhetos. Quanto cabe nesta merda?

- Vai acaba, mano. Vai acaba. To falando.

 - É mando dos cara. Tem pouco pro timão.

1 hora depois

- Vai acaba véio, to falando.

- Ó neguinho furando fila. Maluco. Vou da porrada.

30 minutos depois, quase na boca da bilheteria.

- Sei não. Acho que vai dar.

- Será véio?

- Vai sim.

Na bilheteria

- I véio, tem um monte ainda.

- Quantos ainda têm moça?

- Uns mil.

- Falei que iam liberar mais pro timão.  

 - Falei que ia dar mano.

 - Certo, mano.

- Firmeza!

 

7

de
julho

Desculpe,

Mas quero te chocar.

Pois o que os olhos não vêem, o coração não sente.

 

 

Antes de pedir seu suculento cadáver, lembre-se disto. 

 

 

Moby

 

Respeite a vida.

Tente.  Tente mudar seus hábitos.

 

E nem perca tempo me xingando de fanática ou outras coisas e fazendo piadinhas, que apago rapidinho.

7

de
julho

Novos mimos

Minha querida amiga Patty continua mimando meu humilde blog com selinhos mais do que simpáticos.

 

  

 

Obrigada, querida!!!

 

Vou repassar para minha amiga Lu, do Luares de Lilith

Para o novíssimo Chuchu com Açúcar.

Para a gracinha Kelly, do Beijo de Morango.

E para o fofo e muito interessante Focinho Gelado.

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